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O bom moço!
Manezinho é um bom menino. Religioso, excelente estudante,
ótimo filho e com razão de todos, orgulho da
família. Tem muitas paixões juvenis e entre
elas o futebol. Aí é que começa o problema
e entra a Dra. Idê...
Os parentes, amigos acham que ele está sendo injustiçado
onde joga!
Lá, o ambiente não é dos melhores.
Dizem que existe alguns que bebem, não água
de passarinho e muitos fumam, apesar da rígida disciplina
imposta por superiores.
Mas lá é uma porta para ser observado por olheiros
talentosos e experientes. Daí Manezinho insistir em
lá ficar. Porém, acham que por ser um bom moço
e ótima criatura, é perseguido! Não dão
a verdadeira chance que ele merece!
Manezinho fica no time por que a família realmente
tem certa influência... Isto não impede atritos
e turbulências em torno da permanência do nosso
Mané!
Dra. Idê, amiga da família, pressionada,
(qual psicóloga não é?) viu-se na incumbência
de dar uma olhada no futebol do rapaz...
Num dia de treino, lá estava a doutora com os familiares
e amigos, observando o craque, por muitos injustiçado!
Dra. Idê, com a maior boa vontade, prestou muita
atenção - não que ela seja uma expert
em futebol, mas o básico ela conhece...
Lá pelas tantas do treino a pergunta infalível
dos parentes, aderentes e amigos:
- E aí, doutora?
Triste, mas não escondendo a verdade, ela sentenciou:
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