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Uma imitação
inimitável...
Uma das facetas de Dra.
Idê é o incrível dom para imitação.
Exagerados, alguns até a comparam com as divas da nossa
TV, como Fernanda Montenegro, Marília Pera e Regina
Duarte.
No churrasco da clínica,
todos aguardavam o momento de alguém pedir e Dra.
Idê, é lógico, fazer charme, ficar
encabulada, dizer não, mas no final ceder.
Tudo acertado, arrumado às pressas e com um rápido
ensaio entre a psicóloga e um amigo de boa voz, o personagem
escolhido para animar a tarde já pode entrar em cena.
E que personagem iria aparecer atráves do talento de
Dra. Idê? Ninguém mais do que o inesquecível,
impagável, carismático e folclórico presidente
do Corinthians: Vicente Mateus.
Certa vez, começou o locutor, viajando pela Europa,
o presidente corintiano foi parar dentro de um museu. Mostraram
quadros famosos, relíquias mil e chegaram perto de
uma grande urna.
Aí entrava na pele da doutora, o Vicente Mateus. Alegre,
bonachão e com os trejeitos que só ele tinha
perguntou:
- O que tem nesta urna?
- Aqui, estão as cinzas do Napoleão!
Mateus: - Puxa! Como ele fumava, hein? ( Risadas )
Aí, seguiram-se mais duas ou três situações
engraçadas, até chegarmos nesta pérola
que está nos anais do futebol.
O Timão ia contratar um grande e caríssimo jogador
pelo preço de 60 milhões. No ato da compra muita
festa, toda a mídia presente, cartolagem em penca e
em determinada hora Vicente Mateus eufórico, garboso,
chamou o seu secretário e ordenou:
- Faz um cheque de 60 milhões e compra o craque!
O secretário ficou azul, pálido, chamou o Mateus
num canto e disse:
- Presidente, como se escreve esse valor no cheque?
Vicente Mateus, quase perde o rebolado, mas se recuperou logo
e
disse:
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